domingo, 7 de setembro de 2014

NAZIFASCISMO E SEGUNDA GUERRA MUNDIAL - 1939 - 1945

Apresentação:
As operações militares da Segunda Guerra Mundial se estenderam da invasão da Polônia pela Alemanha nazista, a 1/9/ 1939, até a assinatura da rendição incondicional do Japão, em 2/9/1945, provocando 45 milhões de mortos, 35 milhões de feridos e 3 milhões de desaparecidos. Nessas operações militares se defrontaram as potências do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) e as potências Aliadas (Grã-Bretanha, Estados Unidos e União Soviética). Com a invasão alemã à Polônia em 1939 e o ataque japonês a Pearl Harbor em 1941, duas guerras paralelas, mas relacionadas entre si, compuseram o quadro do novo conflito mundial: a primeira teve como palco principal a Europa, onde a União Soviética desempenhou um papel preponderante vencendo a Alemanha, e a segunda se desenrolou no Oceano Pacífico, onde os Estados Unidos se destacaram derrotando o Japão. Quanto à sua evolução, o curso da guerra desdobrou-se em três fases: as vitórias do Eixo (1939-1941), o equilíbrio de forças (1941-1943) e as vitórias dos Aliados (1943-1945).

Introdução:
Seria muito simplista do ponto de vista da História entendermos as 2 grandes guerras do inicio do séc. XX apenas pelo descrever das batalhas, datas, biografias dos personagens, mortes e consequências. Estes dois acontecimentos Históricos são muito mais complexos do que pensamos por abranger valores culturais diversos, ressentimentos seculares, mostrar o retrato da sociedade de uma época. É temerário abordarmos as grandes guerras sem considerarmos aspectos como: o sentimento nacionalista, as políticas do imperialismo, o nazifascismo, o cenário econômico antes e após crise de 1929, as doutrinas socialista e capitalista. Deste “caldo” de eventos os entrelaçamentos e desdobramentos formam as histórias pessoais dos sujeitos históricos, ao da localidade, da nação e do mundo. De certo foi que as pendengas das disputas imperialistas entre as potencias europeias não cessaram com o final da Primeira Guerra de 1914 a 1918. As condições firmadas pelos tratados de paz, principalmente o Tratado de Versalhes, impondo pesados ônus aos derrotados contribuíram mais para o acirramento dos ânimos do que necessariamente para estancar o sentimento de revanche, contaminando com a discórdia as relações entre os países. Exemplo típico foi a Alemanha, apesar de duramente atingida pelo tratado de Versalhes foi pela força econômica dos grandes monopólios industriais que consegue recuperar-se, reiniciar o processo expansionista e retomar a militarização para lutar pelos mercados mundiais. Agora alimentada pelo sentimento de revanche que levaria o mundo a uma nova guerra mundial sem precedentes na história.
Contudo para tentar entender o “caldo” que constituiu a Segunda Guerra Mundial precisamos acrescentar outros ingredientes, pois o cenário da época é assinalado por importantes acontecimentos econômicos e políticos que interferem no contexto.
Vejamos.
A crise do capitalismo de 1929 abalou a confiança em vários governos liberais (democráticos) europeus e desestabilizou o poder constituído. Paralelamente a crise do capitalismo a ascensão do “perigo vermelho” do socialismo, fortalecido pelo advento da Revolução Bolchevique de 1917, alcança elevado nível de temor entre os grandes centros capitalistas, fato que justificava a retomada de discursos autoritários nazifascistas como parte de uma nova estratégia dos capitalistas para manter os interesses econômicos através do forte controle político e incentivo ao expansionismo imperialista. Nesta conjuntura os regimes totalitários obtiveram expressiva representatividade na Alemanha, Itália e Japão. A efervescência dos discursos e programas políticos constituídos de profundo desprezo a democracia ganharam espaço e destilavam seu veneno sobre a população que passou a considerar o nazifascismo como uma possibilidade viável. O crescimento do nazifascismo só pode ser explicado a partir do medo dos capitalistas face ao crescimento do socialismo soviético e o aumento da luta de classes nos países. Portando se a Segunda Guerra é a continuidade da Primeira Guerra, por sua natureza imperialista podemos afirmar que o nazifascismo foi o ingrediente particular que corroeu a crença na democracia e tornou-se no instrumento capitalista de dupla face: retomada do expansionismo imperialista e combate ao socialismo. A compreensão torna-se mais clara quando perguntamos como pequenos partidos ultra nacionalistas obtiveram crescimento assustador em curto espaço de tempo ou quando questionamos a leniência de ingleses e franceses diante do expansionismo e remilitarização da Alemanha, da consolidação do fascismo na Itália, Espanha, Portugal, Polônia e também da ditadura do Estado Novo no Brasil.

REVENDO A DEFINIÇÃO E CARACTERÍSTICAS DO NAZI-FACISMO
Nazismo e Fascismo constituíram-se uma forma de governo autoritária, cujo auge deu-se na década de 1920-30 e que pretendia o estrito controle da vida nacional e dos indivíduos de acordo com ideais nacionalistas e com freqüência militaristas. Os interesses opostos seriam resolvidos mediante total subordinação ao Estado, exigindo-se uma lealdade incondicional ao líder no poder. O Nazifascismo baseia suas idéias e formas num conservadorismo extremado, constituindo-se uma ditadura capitalista de extrema-direita, produto da crise pós-I Guerra Mundial, da crise do liberalismo e do crescimento do comunismo.
Em outras palavras, o nazifascismo foi a resposta da burguesia para a grave crise que atingia o capitalismo no início do século XX. Assim, não se pode “personalizar” tais regimes: se Hitler e Mussolini não tivessem implantado suas ditaduras, outros o fariam, pois era uma exigência do grande capital. Nazismo e Fascismo são, na verdade, o mesmo fenômeno. Suas diferenças se devem, conforme veremos adiante, às diferenças históricas de cada país. O Nazismo surgido na Alemanha foi apenas uma forma mais desenvolvida de Fascismo, que se originou na Itália. A palavra Fascismo origina-se do termo latino “fasces”, nome dado a um feixe de varas amarrado a um machado, que simbolizava a autoridade à época do Império Romano. Mussolini se apropriou da palavra e deu o nome de Fascismo ao Estado forte que pretendia criar. A partir daí, o termo passou a designar uma série de estados e movimentos totalitários no período entre a I e a II Guerra Mundial (1939-45), e cujo exemplo mais extremado foi o Nazismo alemão. Para entendermos melhor esta fase tomaremos como exemplos um dos fatores fundamentais que propiciou a tragédia da 2ª Grande Guerra: O Regime Nazista.

As fontes do Nazismo não são novas. O movimento surge do resultado da fusão e da reelaboração de ideais e sentimentos antigos da sociedade alemã. Outros movimentos compartilhavam de características como: o nacionalismo extremado, o racismo e a intenção de criar uma sociedade reacionária e militarista. Mas coube ao Nazismo a prevalência em suplantar outros movimentos e conquistar o poder. A Alemanha imperial de 1870 a 1918 era uma sociedade autoritária, reacionária e militarista, e os nazistas souberam aproveitar estas características e se apropriaram desta herança para elaborar seu projeto de governo. Utilizam as idéias dos conservadores alemães que não viam bons olhos a sociedade industrial. Estes intelectuais se refugiavam em um mundo mitológico e medieval (passado heróico) para determinar que a sociedade moderna e a política só poderiam renovar-se através da arte. Com estes elementos compunham a mitologia da pureza e da escolha do povo alemão como o eleito por Deus. Nos seus discursos Hitler constantemente refere-se ao passado glorioso do Sacro Império Romano-Germânico a fim de realizar a ponte com a História dando a impressão de continuidade das glórias do povo germânico através do III Reich fundado pelo Nazismo. Mesmo o anti-semitismo – mais presente no nazismo que em outros movimentos de caráter fascista – não era uma criação original. Grupos anti-semitas pululavam em toda a Alemanha e Aústria desde o século XIX e suas ideais são encontradas na Europa em séculos anteriores.

Mas, por que tantos alemães escolheram o nazismo?
Em boa parte parece claro que muitos alemães votavam no nazismo por descrédito nas democracias, por questões políticas locais ou ainda por acreditarem nas propostas nazistas (que, diga-se de passagem, faziam parte da tradição alemã). Mas de um ponto de vista abrangente, colaborou a “fantástica” máquina de propaganda nazista. O aparato cenográfico montado impressionava a população e rapidamente os nazistas cooptaram a fúria, o desejo de vingança pela humilhação que o povo alemão passou na guerra anterior, restava um povo empobrecido e humilhado pela derrota e pela crise. Portanto não foi difícil imaginar porque os alemães não questionaram as intenções de Hitler. Os conceitos do programa Nazistas de virilidade, sangue e raça substituíram as promessas de mais empregos ou de justiça social dos partidos socialistas. Hitler não prometia a igualdade entre os indivíduos, mas a superioridade um povo de senhores, os alemães, diante de seus servos, o resto da humanidade. Pode-se imaginar o efeito devastador e multiplicador destas propostas a uma população humilhada e desesperançosa. Foi esta habilidade de manipula as emoções e os desejos das pessoas que deu popularidade à mensagem de “Her” Hitler. (Texto adaptado de: João f. Bertonha – Fascismo, nazismo, integralismo. – Editora Ática – São Paulo)

Assista este discurso de Hitler dirigido a juventude alemã e observe o teor da mensagem:

HITLER DISCURSA PARA JUVENTUDE ALEMÃ

PARA SABER MAIS!!

AS BATALHAS DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL - SITE INTERATIVO

VAMOS EXERCITAR SEUS CONHECIMENTOS!!

EXERCÍCIOS 2ª GUERRA MUNDIAL

RESUMO - Roteiro
1 – Antecedentes (década de 30):
  • Fortalecimento de regimes totalitários nazifascistas.
  • Formação do EIXO (Roma + Berlim + Tóquio) – Pacto ANTIKOMINTERN (Anticomunismo).
  • Pacto de “Não Agressão” entre URSS e Alemanha.
  • Fracasso da política de apaziguamento da Liga das Nações.
  • Desrespeito da Alemanha ao Tratado de Versalhes. A instituição do serviço militar obrigatório. A oupação das zonas fronteiriças com a França. Incorporação da Áustria (o ANCHLUSS). Incorporação da Tchecoslováquia (nos Sudetos).
  • As invasões feitas pelo Eixo : Invasão da China (1931 - Manchúria) pelo Japão. A Invasão da Etiópia (1935) pela Itália.
  • Invasão da Polônia pela Alemanha em 1/9/1939 – início da 2ª Guerra Mundial.

2 - Fases da Guerra:
  1. 1939: “Guerra de Mentira” – preparação.
  2. 1939 – 1942: Vantagem das tropas do Eixo.
  • Ocupação da Dinamarca, Noruega, Holanda e França (BLITZKRIEG – Guerra Relâmpago).
  • França, Inglaterra e Bélgica são expulsos do continente (“Retirada de Dunquerque”).
  • Formação do governo colaboracionista de Vichy (sul da França).
  • Invasão da URSS (1941) rompendo acordo de não agressão (minérios, petróleo, cereais).
  • Ataque japonês a base americana de Pearl Harbour (1941) – Os EUA entram na guerra.
  • Expansão territorial máxima das forças do Eixo.
  1. 1942 - 1943 : Equilíbrio de Forças.
  • Batalha de Stalingrado (42-43): URSS* X ALE – 1ª frente.
  • Batalha de Midway (1943): EUA* X JAP.
  • Controle do Norte da África(Egito – 1943): Aliados* X ALE+ITA.
  • Controle do Mediterrâneo – Desembarque na Itália – 2ª frente.
     D. 1944 -1945 : a FASE FINAL – Vitória dos Aliados
  • “Dia D” (Desembarque da Normandia - 1944): A libertação da França – 3ª frente.
  • Invasão da Alemanha (maio/1945).
  • Bombas atômicas em Hiroxima e Nagasáqui (Japão – agosto/45). O fim da guerra no Pacífico.
3 - Consequências da II Guerra:
  • 50 milhões de mortos (20 milhões – URSS; 6 milhões – Polônia; 5 milhões – Alemanha; 1,5 milhão – Japão).
  • HOLOCAUSTO – assassinato de aproximadamente 6 milhões de judeus em campos de concentração ou de extermínio.
  • A Bipolarização mundial entre os EUA (capitalismo) X URSS (comunismo).
    • GUERRA FRIA.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Filmes de História


Antiguidade

·         Tróia, de 2004, dirigido por Wolfgang Petersen, com Brad Pitt...

·         Spartacus, de 1960, dirigido por Stanley Kubrick, com Kirk Douglas

·         300, de 2006, dirigido por Zack Snyde

·         Ben-Hur, de 1959, dirigido por William Wyler, com Charlton Heston

·         Gladiador, de 2000, dirigido por Ridley Scott

 

 Idade Média

·         Joana D’Arc, de 1999, dirigido por Luc Besson, com Milla Jovovich...

·         O mestre de armas, filme chinês de 2006

·         O Incrível Exército Brancaleone, de 1966, dirigido por Mario Monicelli

·         Caravaggio, de 1986, dirigido por Derek Jarman

·         Os Sete Samurais, de 1954, dirigido por Akira Kurosawa

·         A Rosa e a Espada, de 1985, dirigido por Paul Verhoeven, com Rutger Hauer

·         A Rainha Margot, de 1994, dirigido por Patrice Chéreau, com Isabelle Adjani

·         O Nome da Rosa, de 1986, dirigido por Jean-Jacques Annaud

·         Em nome de Deus, direção de Clive Donner atuação de Kim thompson. Narra uma história do amor na França do século II.

Reforma religiosa

  • Lutero, de 2003, dirigido por Eric Till, com Joseph Fiennes e Sir Peter Ustinov
  • Ana dos mil dias, de 1969, dirigido por Charles Jarrott, com Richard Burton
  • O homem que não vendeu sua alma, de 1966, dirigido por Fred Zinnemann

Renascimento

  • Giordano Bruno, de 1973, dirigido por Giuliano Montaldo
  • Shakespeare Apaixonado, com Gwyneth Paltrow e Joseph Fiennes
  • Agonia e Êxtase, de 1965, dirigido por Carol Reed, com Charlton Heston
  • Da vinci e a Renascença,1987 EUA Fala sobre a vida de da Vinci. (123 min)

Grandes navegações e absolutismo

·         1492 - A Conquista do Paraíso, de 1992, dirigido por Ridley Scott

·         A Rainha Tirana, de 1955, dirigido por Henry Koster, com Bette Davis

·         A Filha de D’Artagnan, de 1994, dirigido por Bertrand Tavernier

·         Mary Stuart, Rainha da Escócia, de 1971, dirigido Charles Jarrot

·         Elizabeth, com Cate Blanchett e Joseph Fiennes

·         Joana, a Louca de 2001, dirigido por Vicente Aranda, com Pilar López de Ayala

·         O Homem da Máscara de Ferro, sobre uma suposta troca de Luís XIV por um irmão gêmeo.

·         Tudors, série de Michael Hirst baseada na história de Henrique VIII

 

Colonização da América

·         República Guarani, de Sílvio Back

·         O Guerreiro do Sol, de Federico García

·         Queimada!, de Gillo Pontecorvo, com Marlon Brando

·         A Missão, de Rolland Joffé, com Jeremy Irons, Robert de Niro e Liam Neeson

·         A Letra Escarlate, com Demi Moore e Gary Oldman

·         As Bruxas de Salém, com Winona Ryder e Daniel Day-Lewis

Iluminismo e despotismo esclarecido

·         Catarina, a Grande, com Julia Ormond

·         Catarina, Amor e Poder, com Catherine Zeta-Jones

·         Amadeus, de Milos Forman, com Tom Hulce

·         Newton: A Tale of Two Isaacs, dirigido por Don McBreathy, com Karl Pruner

Independência dos Estados Unidos

·         O Patriota, Mel Gibson

Revolução francesa

·         Calvário de uma Rainha, de Jean Delanoy

·         Maria Antonieta, de Sofia Coppola

·         Danton, o Processo da Revolução, de Andrzej Wajda

·         Morte ao Rei, de 2003, com Tim Roth.

·         Jefferson em Paris, de Ismail Merchant, com Nick Nolte e Gwyneth Paltrow

·         Casanova e a Revolução, de Ettore Scola

Ascensão e queda de Napoleão

·         Napoleão, de Abel Gance

·         Guerra e Paz, de King Vidor, com Audrey Hepburn

·         Waterloo, de Sergei Bondartchuk

 

Revolução Industrial

·         Lola Montes, de Max Ophuls

·         Germinal, de Claude Berri, com Gérard Depardieu

·         Vidas Marcadas, de Bill Douglas

·         Oliver Twist, de David Lean

·         Tempos Modernos, de Charles Chaplin

Guerra civil nos Estados Unidos - Século XIX

·         ...E o Vento Levou, de David Selznick, com Vivien Leigh e Clark Gable

·         Tempo de Glória, de e com Matthew Broderick

·         Glória de um Covarde, de John Huston

·         O Álamo, filme de 2004 de John Lee Hancock, com Dennis Quaid

·         Amistad, de Steven Spielberg, com Anthony Hopkins e Morgan Freeman

Imperialismo e política do Big Stick

·         Walker, Uma Aventura na Nicarágua, de Alex Cox, com Ed Harris

·         Shaka, o Rei dos Zulus

·         Gandhi, de Richard Attenborough

·         O Último Imperador, de Bernardo Bertolucci

·         Zulu, de Cy Endfield

·         O Leão do Deserto, de Moustapha Akkad

·         Breaker Morant, de Bruce Beresford

·         A Revolta do Sudão, de Nathan Juran

·         E Estrelando Pancho Villa, de Bruce Beresford com Antonio Banderas

·         Daens – um grito de justiça , de 1992 por Stijin Coninx

Processo imperialista no Japão e na China

  • O Último Samurai, filme japonês de 1974.

Primeira guerra mundial

·         Galípoli, de Peter Weir, com Mel Gibson

·         Glória Feita de Sangue, de Stanley Kubrick, com Kirk Douglas

·         Flyboys, de Tony Bill, com James Franco, Scott Hazell, Mac McDonald...

·         O Tiro que Mudou o Mundo

·         1918, com Matthew Broderick

·         Lendas da Paixão, com Brad Pitt, Anthony Hopkins e Julia Ormond

Revolução russa e socialismo soviético

·         Stalin, da HBO Pictures, com Robert Duvall e Julia Ormond

·         O Círculo do Poder, de Andrei Konchalovsky, com Tom Hulce

·         Agonia Rasputin, de Elem Klimov

·         Rasputin, de Uli Edel, com Alan Rickman

·         O Assassinato de Trotsky, de Joseph Losey, com Richard Burton e Alain Delon

·         O Assassino do Czar

·         O Sol Enganador, de Nikita Mikhalkov

Período entre - guerras (Crise de 29 e nazi-fascismo)

·         Terra e Liberdade de 1995, dirigido por Ken Loach, com Ian Hart

·         Libertarias, de 1996, com Ana Belén e Victoria Abril

·         O Triunfo da Vontade de 1935, dirigido por Leni Riefenstahl

·         Rosa Luxemburgo, de 1986, dirigido por Margarethe von Trotta.

·         Berlin Alexanderplatz (1980), de Rainer Werner Fassbinder

·         A Noite dos Desesperados (1969), de Sydney Pollack

·         Por Quem Os Sinos Dobram (1943), de Sam Wood

·         Nosferatu, de Friederich W. Murnau

Segunda guerra mundial

·         Hitler, A Trajetória do Demônio, de Christian Duguay, com Com Robert Carlyle.

·         A Queda - As Últimos Horas de Hitler, de Oliver Hirschbiegel, com Bruno Ganz

·         Arquitetura da Destruição, de Peter Cohen

·         O Grande Ditador, de Charles Chaplin

·         Stalingrado, a batalha final

·         Império do Sol, de Steven Spielberg

·         Bem-vindos ao Paraíso, de Alan Parker, com Dennis Quaid...

·         A Lista de Schindler, de Steven Spielberg

·         O Resgate do Soldado Ryan, de Steven Spielberg, com Tom Hanks...

·         Além da Linha Vermelha, com Woody Harrelson

·         Círculo de fogo

·         A ponte do rio kwai

·         971 - A Batalha do Atlântico

·         Os canhões de Navarone

·         O mais longo dos dias , com John Wayne

·         A Vida é Bela, com Roberto Bellini

·         Operação Valquíria – Diretor: Bryan Singer

·         A Nação do Medo, com Rutger Hauer e Miranda Richardson

·         O Barco - Inferno em Alto Mar, de Wolfgang Petersen, com Jürgen Prochnow

·         O Pianista, de Roman Polanski, com Adrien Broody.

·         Um Dia Muito Especial, de Ettore Scola.

·         O Diário de Anne Frank

Guerra fria

·         Cidadão Cohn, com James Woods

·         Nixon, com Anthony Hopkins

·         Robert Kennedy, de Robert Dornhelm

·         O Último Rei da Escócia, de Kevin Macdonald

·         Jogos de Guerra, com Matthew Broderick

·         A História Oficial, de Luis Puenzo

·         Caçada ao Outubro Vermelho, com Sean Connery

·         Adeus Lênin, de Wolfgang Becker

·         Apollo 13, de Ron Howard

·         Treze Dias que Abalaram o Mundo, com Kevin Costner

·         Diários de Motocicleta, de Walter Salles.

Fatos relevantes depois da guerra fria

  • Hotel Ruanda, de Terry George com Don Cheadle
  • Meu Querido Companheiro, de Norman Rene
  • As Torres Gêmeas de Oliver Stone
  • Piratas do Vale do Silício de Martyn Burke
  • Um grito de liberdade de Richard Attenborough
  •  

 Filmes brasileiros sobre a história do Brasil

·         Lamarca, de Sérgio Rezende, com Paulo Betti e Carla Camurati

·         Jango, de Sílvio Tendler (documentário)

·         Jânio a 24 Quadros, de Luiz Alberto Pereira

·         Os Anos JK, de Sílvio Tendler (documentário)

·         O bom burguês de Oswaldo Caldeira, com José Wilker

·         O Velho – a história de Luís Carlos Prestes, de Toni Venturi

·         Muda Brasil de Oswaldo Caldeira

·         Olga, de Jayme Monjardim

·         Independência ou Morte, de Carlos Coimbra

·         Carlota Joaquina, Princesa do Brazil, de Carla Camurati

·         Tiradentes, o filme, de Oswaldo Caldeira, com Humberto Martins

·         Os Inconfidentes, de Joaquim Pedro de Andrade

·         Tiradentes, o Mártir da Independência, de Geraldo Vietri

·         Sargento Getúlio, com Lima Duarte

·         Getúlio Vargas, de Ana Carolina

·         Caramuru - A Invenção do Brasil, de Guel Arraes

·         Revolução de 30, de Sylvio Back (documentário)

·         O País dos Tenentes, de João Batista de Andrade

·         Guerra de Canudos, de Sérgio Rezende, com Cláudia Abreu

·         Guerra dos Pelados, de Sylvio Back

·         Guerra do Brasil, de Sylvio Back (documentário)

·         Anahy de Las Misiones, de Sérgio Silva

·         Quilombo, de Cacá Diegues

·         Nasce a República, de Roberto Moreira

·         O Que É Isso, Companheiro?, de Bruno Barreto, com Pedro Cardoso

·         Pra Frente Brasil, de Roberto Freitas

·         Batismo de Sangue, de Helvécio Ratton

·         A Batalha dos Guararapes, de Paulo Thiago

·         Hans Staden, de Luis Alberto Pereira

·         Ganga Zumba, de Cacá Diegues

·         Xica da Silva, de Cacá Diegues

·         Cabra marcado para morrer, de Eduardo Coutinho

·         Eles não usam black-tie, de Leon Hirszman

·         O Tiro Que Mudou a História, de Ricardo Nauenberg, TVE (vídeo da peça)

·         O Descobrimento do Brasil, de Humberto Mauro (documentário)

·         Memórias do Cárcere, de Nelson Pereira dos Santos

·         O Guarani, de Norma Bengell, com Márcio Garcia e Tatiana Issa

·         Pindorama, de Arnaldo Jabor

·         República Guarani, de Sylvio Back

Séries apresentadas na TV

·         A casa das sete mulheres, de Jayme Monjardim, baseada no livro homônimo de Letícia Wierzchowski, conta a história de Bento Gonçalves; com Camila Morgado, Werner Schünemann, Thiago Lacerda, Eliane Giardini...

·         Mad Maria, de Benedito Ruy Barbosa, baseada na obra homônima de Márcio Souza, com Ana Paula Arósio, Tony Ramos, Antônio Fagundes

·         Chiquinha Gonzaga, de Jayme Monjardim, com Regina Duarte...

·         JK, minissérie de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira sobre a vida do grande presidente Juscelino kubtschek de Oliveira.

·         Amazônia, de Galvez a Chico Mendes , escrito por Glória Peres, sobre a história do Acre

·         A Muralha, de Maria Adelaide Amaral, com Leandra Leal, Tarcísio Meira..

·         O Quinto dos Infernos, de Antônio Calmon. Sobre a vida de Dom Pedro I.

·         Queridos Amigos. de Maria Adelaide Amaral. Sobre o reencontro de Léo e seus amigos que viveram os anos de chumbo e voltaram do exílio.